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Grupo Lúpicos da Paraíba utilizará a tribuna livre nesta quinta-feira, 10, na Câmara Municipal de Patos

Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Patos, na noite desta quinta-feira, dia 10 de maio, quando é lembrado o dia internacional de atenção à pessoa com lúpus, será utilizada a tribuna livre, espaço solicitado por meio de requerimento pela vereadora Edjane Araújo (PRTB), para o Grupo Lúpicos da Paraíba, tendo como representante, Maria Lúcia Ferreira da Silva.

O grupo é formado por pacientes de lúpus que fazem o uso dos serviços públicos para os seus tratamentos.

De acordo com Lúcia Ferreira, que possui a doença, a ideia é falar mais sobre a doença que acomete parcela considerável da população, mas que é pouco divulgada, como também discutir as dificuldades de acesso aos serviços sofrida pelos pacientes.

“Nós estamos aqui para fazer um convite para toda sociedade que possa comparecer na hoje, dia 10, na Câmara de Vereadores, onde nós iremos tratar sobre o Lúpus, a gente quer falar das dificuldades das pessoas portadoras em questões de tratamento e recebimento de medicamentos, principalmente, o protetor solar,“ disse.

Ainda de acordo com Lucinha a ação também busca orientar as pessoas no quesito de reconhecimento de sintomas e detecção da doença. “Também buscamos fazer uma sensibilização com relação à detecção da doença, para que as pessoas possam reconhecer os sintomas e a gravidade dessa doença tão silenciosa. Nós que fazemos parte do Grupo Lúpicos da Paraíba a gente quer divulgar doença, a falar sobre o Lúpus, que é uma doença tão comum, mas pouco conhecida, que afeta tanta gente e ocasiona tantos males à saúde,” concluiu.

Sobre o Lúpus

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou apenas lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (em meses) ou mais rapidamente (em semanas) e variam com fases de atividade e de remissão. 

No Brasil, as estimativas indicam que existam cerca de 65.000 pessoas com lúpus, sendo a maioria mulheres. Acredita-se assim que uma a cada 1.700 mulheres no Brasil tenha a doença.

Ascom CMP
 

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